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4ª Reunião GT Integração

05 de julho de 2017 - 13h30 - Uberlândia - MG

Esculpida pelo rio

Foto por: Joaquim Antônio Amaral de Oliveira

Rio das Cores

Foto por: Márcio Germâno

Por favor, não atravesse!

Foto por: Luiz Romeu de Freitas Junior

3ª Reunião GT São Marcos

06 de julho - 10h - Goiânia - GO

19ª Reunião Ordinária

29 de junho - 8h30 - Itumbiara - GO

A BACIA / Potencialidades

No aspecto agroindustrial há na bacia 49 usinas sucroalcooleiras em operação, concentradas no setor oeste, especialmente nas UGHs Turvo e dos Bois e Afluentes Mineiros do Baixo Paranaíba. Há ainda cerca de 30 novas unidades em projeto na bacia (UDOP, 2011), a maior parte localizada nas proximidades das usinas já instaladas. Além do uso da água em áreas irrigadas adjacentes, as usinas utilizam o recurso nos seus processos industriais.

A mineração foi importante no processo de ocupação da bacia do rio Paranaíba, e ainda hoje se mantém como atividade expressiva. Atualmente, há 35 substâncias minerais que são produzidas e comercializadas nos municípios da bacia (DNPM, 2011a; 2011b). Em termos de valor arrecadado, as substâncias predominantes são fosfato (25%), apatita (18%), pirocloro (13%), calcário (9%) e nióbio (8%). Araxá detém 100% do faturamento de apatita e pirocloro, e Catalão/GO fatura 87% do comércio de nióbio. Tapira/MG fatura 92% da comercialização de fosfato, estando 8% dividido entre Lagamar/MG e Patos de Minas/MG.

O Estado de Minas Gerais detém os municípios de maior produção, Araxá/MG e Tapira/MG, que juntos somam cerca de 54% da comercialização mineral. Os municípios mineiros de Lagamar, Patrocínio, Patos de Minas, Uberaba e Serra do Salitre, além de Catalão/GO e Brasília/DF, também apresentam elevado faturamento mineral anual (DNPM, 2011a). Destaca-se ainda a existência da exploração de diamante em Coromandel/MG e a mineração de areia, que está localizada principalmente no rio Paranaíba.

Embora seja observada nos últimos anos a tendência de avanço da cana sobre áreas de pastagens plantadas e de outras lavouras, os cultivos de soja e milho ainda são os mais representativos em extensão territorial, muitas vezes coincidindo as áreas que produzem ambas as culturas em grande escala . O feijão se destaca no extremo sudeste no município de Ibiá/MG e na porção nordeste na bacia, nas proximidades do Distrito Federal e de Cristalina/GO. O café, por sua vez, tem menor expressão em termos de área ocupada, com produção concentrada a sudeste, ao longo da linha férrea operada pela Ferrovia Centro Atlântica S/A – importante no escoamento da produção tanto agrícola quanto do setor de mineração.